CIRURGIA DE HISTERECTOMIA

A histerectomia é um procedimento cirúrgico para remover o útero. Pode ser realizada por várias razões médicas, incluindo miomas uterinos, endometriose, prolapso uterino, câncer do útero, sangramento uterino anormal e dor pélvica crônica. Dependendo da condição, a histerectomia pode ser total (remoção do útero e do colo do útero) ou subtotal (remoção apenas do útero, preservando o colo do útero). Em alguns casos, pode envolver a remoção dos ovários e trompas de falópio (histerectomia radical).

A histerectomia é uma cirurgia comum e eficaz para tratar várias condições ginecológicas graves. Embora seja uma cirurgia segura, é importante discutir todas as opções, benefícios e possíveis riscos com um profissional de saúde qualificado antes de decidir pela cirurgia.

  • NÍVEL DE DOR:

    Leve;

  • TEMPO DE CICATRIZAÇÃO:

    Depende da técnica utilizado;

  • TEMPO DE INTERNAÇÃO:

    Alta Hospitalar em 01 dia, ou até mesmo no dia do procedimento.

  • DURAÇÃO DA CIRURGIA:

    3 horas (estimado);

  • TIPO DE ANESTESIA:

    Pode ser a anestesia geral, regional, raquianestesia ou peridural;

  • LOCAL DA CIRURGIA:

    Centro cirurgico;

Hospital que trabalhamos

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QUAL O VALOR DA CIRURGIA DE HISTERECTOMIA

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ONDE ATUAMOS

Atuamos em todas regiões de São Paulo e Capital.

  • Centro;
  • Zona Leste;
  • Zona Norte;
  • Zona Oeste;
  • Zona Sul;

O QUE ESTÁ INCLUSO NA SUA CIRURGIA

QUANDO É RECOMENDADO FAZER A CIRURGIA DE HISTERECTOMIA

Indicada para tratar:

  • Miomas uterinos grandes ou sintomáticos.
  • Endometriose grave.
  • Prolapso uterino.
  • Câncer do útero, colo do útero, ovários ou trompas de falópio.
  • Sangramento uterino anormal que não responde a outros tratamentos.
  • Dor pélvica crônica.

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DÚVIDAS

A histerectomia é um procedimento cirúrgico para remover o útero. Pode ser realizada por várias razões, incluindo miomas uterinos, endometriose, prolapso uterino, câncer do útero, colo do útero ou ovários, sangramento uterino anormal, dor pélvica crônica e adenomiose. Dependendo do caso, a histerectomia pode ser total (remoção do útero e colo do útero) ou subtotal/parcial (remoção apenas do útero, preservando o colo do útero). Em alguns casos, pode envolver a remoção dos ovários e trompas de falópio (histerectomia radical).

Sim, a cirurgia pode deixar cicatrizes, mas a localização e o tamanho das cicatrizes dependem da técnica utilizada. Existem três abordagens principais para a histerectomia:

 

Histerectomia abdominal: envolve uma incisão abdominal maior, resultando em uma cicatriz visível no abdômen.

Histerectomia vaginal: a remoção do útero é feita através da vagina, sem cicatrizes visíveis externas.

Histerectomia laparoscópica: envolve pequenas incisões no abdômen para introduzir instrumentos laparoscópicos, resultando em cicatrizes menores e menos visíveis.

Os riscos incluem infecção, sangramento, lesão aos órgãos adjacentes (como bexiga, ureteres e intestinos), formação de aderências (tecido cicatricial interno), problemas urinários, menopausa precoce (se os ovários forem removidos), trombose venosa profunda, e complicações relacionadas à anestesia.

A anestesia pode ser geral, onde o paciente está completamente adormecido durante o procedimento, ou regional, como a raquianestesia ou peridural, onde apenas a parte inferior do corpo é anestesiada. A escolha depende da complexidade da cirurgia e da preferência do cirurgião e do paciente.

Não realizar a histerectomia, quando indicada, pode levar à progressão de doenças como câncer, miomas uterinos sintomáticos, endometriose grave, prolapso uterino ou sangramento uterino incontrolável. Cada caso deve ser discutido com um médico para avaliar os riscos e benefícios da cirurgia.

Uma vez que o útero é removido, condições relacionadas ao útero, como miomas e câncer endometrial, não podem recidivar. No entanto, se apenas uma histerectomia parcial for realizada, problemas relacionados ao colo do útero ainda podem ocorrer.

A duração da cirurgia varia de acordo com a abordagem utilizada e a complexidade do caso, mas geralmente leva entre 1 a 3 horas.

O tempo de repouso inicial é de aproximadamente 4 a 6 semanas para histerectomias abdominais e de 2 a 4 semanas para histerectomias vaginais ou laparoscópicas. Durante esse período, é importante evitar atividades que possam causar esforço ou pressão na área operada.

Atividades leves podem ser retomadas em cerca de 2 a 4 semanas, dependendo da técnica utilizada, mas atividades físicas intensas e exercícios devem ser evitados por pelo menos 6 a 8 semanas.

Os cuidados pós-cirúrgicos incluem:

 

Manter as incisões limpas e secas

Tomar os medicamentos prescritos para dor e prevenir infecções

Evitar levantar objetos pesados e atividades extenuantes

Seguir uma dieta saudável para promover a cicatrização

Monitorar sinais de infecção, como febre ou secreção anormal

Comparecer às consultas de acompanhamento para monitorar a recuperação.

A dor após a cirurgia é comum e pode variar de leve a moderada, dependendo da técnica utilizada. A dor pode ser controlada com analgésicos prescritos pelo médico. É comum sentir algum desconforto e inchaço nos primeiros dias, mas esses sintomas tendem a diminuir gradualmente.